Nome:Anne Idade: 24 anos Gosto: De desfiar meu intimismo e deixar aflorar
em muitas das minhas palavras, a insistente criança
que mora dentro de mim. Odeio: Mentiras, falsidades, traições Frase: "O vento sopra com força sobre as árvores jovens, não para lhes fazer mal, mas para ensinar suas raízes a sustentarem-se firmemente ao solo."
Vagueia em mim uma tempestade incessante, risos, choros, sim e não. Sou e não sou em um mesmo tempo. Vou e volto pela estrada conhecida. Encontro-me quando de mim fujo. A consciência apaga. A inconsciência acende.
Silêncio!!!
O silêncio de anos invoca a força da voz e brado. Brado em vão. Não importa, não serei omissa: olho o teclado e disparo a artilharia. Estou certa de que algum vento desviará os meus gritos para onde quero... para lá... longe, onde nem posso chegar.
O que se faz quando o coração se agita, as mãos esfriam, a saudade aperta e o medo cresce?
Medito... faço do meu quarto um oráculo contemplativo. Gosto de reservar-me no recolhimento das clausuras.
Estanco a corda do relógio e desconheço o mês, o dia, as horas. Basta-me o pensamento voando até... ele voltar.
Devaneios... sobram-me devaneios nesta noite que se arrasta, mas é tarde e estou com sono.
Sonharei contigo.
Oi minha gente, desculpa aí pela minha ausência, rs. Mil beijos!
Olá minha gente tão amadinha, cadê eu? Rsrs, Quanta demora em vir ao meu querido cantinho. Sabe gente, chego a conclusão de que perdemos o nosso direito de ir e vir. Chegar à casa “em paz”é uma questão de sorte, tipo roleta russa, poderemos ou não escapar ilesos, Ando tensa e porque não dizer apavorada.
Quedo-me como uma estátua inerte diante da cidadania-silenciosa, da acídia que não é postiça, de um medo que paramenta o corpo e inibe a vontade de reagir, Até onde irá a insensatez do homem? O desrespeito atingiu o clímax do cinismo e a passividade nos abate.
Hoje eu quero gritar: QUERO TIRAR FÉRIAS DA REALIDADEEEEEEEEE!!!!
O mundo já se encarregou de devorar as sensibilidades, de dissolver as infantis emoções, de ignorar os brados das paixões. Tenho sede de muita coisa, procuro o tesouro dos sentimentos. Procuro rostos mansos e calmos, translúcidos de PAZ, avessos às indevidas truculências.
É só por hoje e já basta! Beijos, beijinhos e beijões. Estou ausente de tantos lugares, mas quando posso vou navegando e aportando nos vossos cantinhos, ok?
A minha alma é simples e não pensa. Sonha e acorda. Dorme o sono do sonho. Reajo à realidade de um dia cansativo e desloco-me para o campo. Em cada árvore, encontro-me e o passado agiganta-se porque o olhar retrospectivo corresponde à matéria com a qual me garanto em finas abstrações.
O sonho rebenta, vivo e revivido a capacidade de renovar-me em múltiplas introspecções. Às vezes os sonhos se embaralham, irmanam-se, tocam-se, fundem-se. A ficção prevalece.
Hoje sou partículas avulsas do desejo de outrora. Repudio os rígidos pensamentos. Desconfio dos dogmas, das ortodoxias, das conclusões definitivas.
Hoje não tenho raciocínios. Acho tão natural que não se pense.
Nada mudou, sou outra e sou a mesma. Real e irreal
Que idade tenho?
9 anos?
18 ?
24 anos?
Estarei acordada? Ou dormindo? Fará diferença? Sei que permanece a essência da interioridade. Levito entre o sonho e a vigília. Melhor assim.
Oi oi, acordei e beijo todo mundo, rs. Gente, ando tão sem assunto que prefiro sonhar, hehehe.
O branco do monitor à minha frente me perturba. Cresce na imensidão do vazio. Não sei o que escrever, as mãos estão presas a um teclado sem letras. Procuro arrumar o alfabeto, mas não consigo formar as palavras certas. Escapa-me a inspiração, há um enorme vácuo por preencher. O tempo se gasta. Desisto de pensar.
O monitor conserva o vazio estonteante.
Branquíssimo
Sem letras.
Sem frases.
Sem parágrafo.
Não há vestígios de signos ortográficos. Um texto sem dizeres: deserto de imaginação. Narrei-me à sombra e não achei sentido. Deixo um tchau, um beijo e o desejo de um bom feriado.
A tua visita é tão querida, amigo. Fico feliz com ela.
Beijos!
Única maneira de suportar a possível perda de rumo nestes
mares aflitos que nos ameaçam todas as manhãs
Inventar gaivotas
Única maneira de suportar estas nossas lágrimas
pela dor maior de um céu não azul
Inventar ondas
Única maneira de suportar a calmaria que a lucidez nos obriga
Inventar sol e lua
Única maneira de suportar estes tempos iguais
que nos enlouquecem com suas diferenças
Inventar velas
Única maneira de suportar o espanto dos nossos olhos
refletidos nas águas que acolhem estes restos de naufrágio
Inventar...
Inventar gaivotas, ondas,
velas, sóis e luas.
E sempre, inventar horizontes
E, caso o horizonte nos falhe,
tentar a sobrevivência
e, se ela se negar,
inventar um cais em cada lágrima.
Olá minha gente, aqui só para atualizar o blog, ainda sem tempo para papear na net, mas está tudo bem comigo, só muito trabalho e cansaço. Uffa! Bom fds para todos com beijinhos e saudades. O poema é da Gilia Gerling. Gostei muito!